Dia do psicólogo

terça, 31 de agosto de 2010, às 18h48

O símbolo adotado pela Psicologia corresponde a vigésima terceira letra do alfabeto grego, cujo significado é PSI. A este prefixo “PSI” adicionou-se o sufixo “QUE” formando a palavra “PSIQUE”, que em outras palavras significa: estudo da alma. Inicialmente a Psicologia surgiu voltada para o estudo da alma. Mas com a influência do positivismo no contexto mundial, a Psicologia só poderia ser considerada ciência natural, caso possuísse um objeto de estudo que não fosse metafísico (imperceptível aos sentidos humanos) e que estivesse contido nas dimensões temporais e espaciais. Assim, a “alma” não poderia mais ser o objeto de estudo da Psicologia que aspirava tornar-se ciência. A “alma” não podia ser observada e nem mensurada portanto, não atendia aos requisitos científicos estabelecidos pela corrente positivista. O Behaviorismo Metodológico, veio para resolver este impasse e finalmente elevar a Psicologia ao status de ciência. Watson propôs que o objeto de estudo da Psicologia não deveria ser a alma, mas sim todo comportamento observado. Hoje, o símbolo “PSI” representa o tripé que sustenta a ciência do comportamento em suas três vertentes: A corrente comportamentalista, a corrente psicanalítica e a corrente humanista.

O dia 27 de Agosto de 1962 marca a data de regulamentação da profissão de psicólogo no Brasil.(Lei 4.119) apesar da profissão já existir no país há mais de 100 anos. Por isso, nesta data comemora-se o Dia do Psicólogo. 48 anos para se comemorar!!

E neste ano, é tempo de celebrar o AMADURECIMENTO da profissão pautado pela ética, responsabilidade e pluralidade da própria Psicologia que vem se preocupando cada vez mais com os problemas reais, respeitando as mudanças mundiais de valores e crenças.

Temos que lembrar que muito ainda há para se fazer como a ampliação do trabalho do psicólogo, a inclusão dos problemas profissionais (envolvendo preconceitos e discriminações), novas formulações para a questão do sigilo profissional, dentre outros assuntos.

Mas temos muito á comemorar com o avanço desta tão estimada ciência.

E é necessário fortalecer ainda mais nossa profissão que sem dúvida depende da atuação de cada um. Por isso não posso deixar de agradecer as muitas psicólogas tocantinenses como Heliane, Ângela, Givanilda, Mara, Lílian, Judith, Rosilda, Lúcia, Fátimas, Leni, Tânias, Ivaneide, Sandra Valéria, Marlene, Edilza, Denise, Nelma, Ilê, Lindalva, Mariângela, Vera, Viviane, Alice e tantas outras que ajudaram á construir a história dessa ciência com muitas virtudes...
Valeu!

Bianca das Graças
Zortéa Dias
Psicóloga
CRP 09 1428

COMPORTAMENTO EMPRESARIAL - O terceiro requisito

terça, 24 de agosto de 2010, às 18h05

São vários os aspectos de um profissional que o torna diferenciado no mercado de trabalho. Um excelente currículo, idiomas, grande experiência em informática, relacionamento favorável com os demais... Enfim, pré-requisitos para o sucesso de uma carreira. Mas, para continuar sobrevivendo neste mundo competitivo não basta ter apenas as competências técnicas e interpessoais tão exigidas.

Existe uma outra competência muito observada e que vem se tornando, mais do que nunca, uma vantagem indispensável em qualquer currículo. As habilidades sociais; ou seja, bons modos. Quando alguns colegas afirmarem para não se preocuparem com isto, porque é algo fútil, que pode ser relegado em segundo plano, cuidado! Hoje é realmente necessário dominar o código de comportamento em vigor.

Saber-se comportar não se trata apenas em dominar a arte de manusear talheres, ou medir palavras e gestos em eventos formais. As boas maneiras aparecem no convívio diário com superiores, colegas e subordinados. A elegância abrange também a consideração e o respeito: este é um item fundamental no protocolo do “escritório”.

Porém, não significa que você vai sair por aí, bajulando ou beijando todo mundo. Você pode ser cortês, amável e ao mesmo tempo ter um toque de formalidade.

Por isso, vêm crescendo o número de pessoas que procuram cursos ou informações sobre postura profissional, sabedores de que não adianta ter muito conteúdo, compreender aos demais, e colocar tudo a perder se cometer uma gafe após a outra.

Ter traquejo social é possuir discernimento para agir, proceder, se vestir, falar e principalmente ser natural e espontâneo. Não só para os executivos-chefes ou administradores graduados, mas para todas as pessoas que trabalham nas empresas é sempre bom lembrar que qualquer atitude que incomode ou cause vexame às pessoas ao seu redor é considerada falta de educação.

Neste artigo vamos comentar alguns comportamentos apropriados na relação social no trabalho e nas próximas edições, mais Dicas de sobrevivência social:

Em encontros profissionais, um aperto de mão – firme e curto – é mais que suficiente. Um beijo no rosto, entre pessoas que se conhecem bem, também vale. Importante: em um restaurante, ao encontrar um conhecido sentado em outra mesa, um aceno basta. Aproximar-se dele vai obrigá-lo a interromper a refeição – e a conversa – para lhe dar atenção numa hora imprópria. Em almoços e jantares de negócios quem convida chega antes. E convidados chegam na hora. Basicamente quem convida paga. Duas horas é o tempo mais que suficiente para um almoço profissional.

Na Empresa: A forma de saudar varia com o grau de intimidade. Tanto pode ser uma inclinação da cabeça quanto como um aceno ou um aperto de mão. Causa má impressão alguém dar a mão mole ou só à ponta dos dedos, revelando insegurança, displicência ou pouco caso daquela pessoa. Grosseria é dar um aperto de mão muito forte, comprimindo os dedos do outro, até chegar machucá-lo. Quando há postura, ao estender a mão, o braço direito fica dobrado, formando um ângulo reto, e a mão esquerda do homem não deve estar no bolso. O braço fica caído ao natural.

Os beijinhos na face ficam reservados aos íntimos. Um sorriso ou a descontração de um “Olá, tudo bem?” É mais apropriado.

Quem chega a uma reunião, com muita gente sentada e os grupos já formados, só vai apertar a mão dos convidados que estão mais próximos ou a quem deseja manifestar deferência. O cumprimento com um sorriso pode ser suficiente, e tem a vantagem de não interromper as conversa.

Uma senhora não se levanta ao cumprimentar outro homem ou outra senhora; mas ele sempre deve levantar, exceto se for de muita idade ou impedido por condição física. Se elas desejam manifestar atenção especial podem, com leve afastamento do corpo na cadeira, fazer apenas menção de levantar.

No caso das apresentações, como o clima é profissional, é de bom tom indicar o cargo e a empresa em que cada um trabalha, mas apenas quando se tem certeza – “promover” ou “rebaixar” alguém de posto pode ser constrangedor. A propósito ninguém é “ex” nada.

Comportamento profissional no atendimento

terça, 17 de agosto de 2010, às 17h57

Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Cora Coralina

Cônscios que somos de que existe uma etapa do processo econômico que só as pessoas podem fazer: o encantamento do cliente. É preciso ter também honestidade e acima de tudo simpatia. Não se encanta um cliente agindo como um robô ou com sorrisos fabricados. É fundamental que todos os funcionários estejam conscientes de sua importância para a empresa. Trabalhamos em um mercado competitivo em que a qualidade no atendimento está em primeiro lugar, pôr isso, investimos constantemente em qualidade, através do aprimoramento de processos internos e das pessoas, garantindo assim aos nossos clientes serviços que excedam as suas expectativas. Recuperar um cliente custa cinco vezes mais do que mantê-lo. Sendo assim, o objetivo do treinamento é oferecer aos participantes ferramentas de comunicação e gerenciamento de relações que possibilitem uma atuação efetiva e satisfatória junto a clientes internos e externos.As exigências de qualidade total e absoluta nos produtos e serviços. Quem não observa esse detalhe, sem sombra de dúvida está com os dias contados dentro de um mercado cada vez mais competitivo. É a vez do conhecimento do capital humano, do capital intelectual e do saber útil e produtivo. Destaca-se no mercado aquele que reconhece a necessidade de conquistar, de manter e de ampliar o número de clientes. Afinal, é ele, o cliente, quem garante os resultados financeiros da empresa que, por sua vez, garantirá a estabilidade dos funcionários na forma de remuneração salarial e de aprimoramento profissional.

As empresas públicas também se preocupam da mesma forma com o atendimento. A Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins proporcionou Palestra sobre Atendimento nesta semana com excelente participação dos treinandos. Certos que a satisfação do cliente deve ser meta de todos, o evento coordenado pelo Sr Pedro, encerrou com a música de Ivan Lins “Depende de Nós”, onde as minhas palavras finais foram:

O amor que quer encontrar nos outros...
Depende de você.
A paz , o diálogo, o caminho...
Depende de você.
Reclamar ou servir,
Revoltar ou ponderar,
Desprezar ou valorizar,
Omitir ou colaborar,
Rebaixar ou elevar,
Estacionar ou progredir.
Tudo é uma questão de escolha...
...E esta escolha depende unicamente de você
E já que tudo depende só de você...
Procure se comportar profissionalmente com o cliente!!!



Atendimento ao cliente exige excelência do todo

terça, 27 de julho de 2010, às 17h55

Muitas empresas não estão satisfeitas com os resultados que seus esforços na busca de mais qualidade, têm conseguido gerar. A sensação geral é de que embora muita energia esteja sendo investida, os resultados não aparecem, nem para a empresa, nem para os clientes.

Parece que há sempre muito ainda a fazer e que tudo se encontra num permanente processo de experimentação e ensaios. Muito disso pode ser atribuído à forma fragmentada/não integrada de se fazer as coisas, tão comum ainda no mundo dos negócios:

- Introduz- se um sistema de qualidade no produto mas nada é feito para melhorar a qualidade do que se faz nas diversas áreas da empresa;

- Departamentos específicos buscam qualidade em suas áreas, mas outros têm prioridades diferentes e caminham em direção inversa;

- Busca-se qualidade técnica, mas pouco é feito para melhorar o nível de excelência humana na empresa;

- A ênfase é dada à busca de melhor qualidade dos produtos, mas nada se faz para melhorar o grau de excelência dos serviços internos e externos na empresa;

- Investe-se em treinamento para se capacitar as pessoas a gerarem mais qualidade no segmento/fragmento a elas designado, mas nem se pensa em assegurar aprendizagem coletiva que garanta evolução do time como um todo;

- Tenta-se implantar qualidade sem diálogo, sem trabalho em conjunto, sem cooperação.

As empresas precisam investir na Excelência em Qualidade de atendimento e todo este processo depende de sua Participação, Colaboração.

A busca de qualidade em padrões mundiais exige integração, exige excelência em tudo que a empresa faz, tanto internamente, como externamente:

•É fundamental assegurar coerência entre discurso e ação na empresa como um todo;

•É essencial assegurar correta amarração de todos os sistemas e processo da empresa- técnicos e humanos – para assegurar excelência de funcionamento do organismo da empresa;

•É extremamente importante refinar a competência humana de todos, visando assegurar em relacionamento e em serviços seja algo padrão nas empresas um todo;

•É igualmente fundamental- dentro de uma visão moderna- ver qualidade e satisfação do cliente como um “alvo móvel” em contínua evolução, o que exige que a empresa toda esteja, o tempo todo, em contínuo desenvolvimento, em acelerado processo de aprendizado coletivo.

Excelência pressupõe também comportamento ético, abertura, transparência, valores elevados na empresa toda, tanto nas relações internas, como nas externas.

A busca orquestrada de excelência e qualidade em tudo o que a empresa faz é o maior desafio aos colaboradores. Quanto você está disposto a dar de si para orquestrar/conduzir este processo, a qualidade que pode dar a empresa o diferencial decisivo em competitividade.

Um desafio que envolve igualmente a equipe inteira de colaboradores internos e externos. Porque qualidade exige coerência. Do todo. E de todos. Faça parte deste todo para mudarmos o discurso de que Tocantins não tem um atendimento qualificado. Temos muitos bons atendentes no mercado e creio na mudança da nossa Excelência!

Bianca Zortéa
63 9235 6364

Conflitos bem-resolvidos geram ambientes entusiasmados e produtivos, sucesso empresarial e crescimento pessoal

terça, 20 de julho de 2010, às 17h41

A luta pelo poder, a competição, a vaidade, a necessidade de eliminar opiniões divergentes, a procura de um culpado, a inveja que não foi bem trabalhada são algumas das pedras que você precisa ir eliminando pelo caminho. Outro grande dilema, é que o ser humano está sempre acostumado a ganhar. Ganhar salário, ganhar presente, ganhar bronca, ganhar a nota que o professor dá, ganhar 13º salário, benefícios. É sempre o ganhar, então temos muita dificuldade no perder. “Quando escolhemos uma profissão a dificuldade está mais nas profissões que deixamos de ter do que naquela que vamos adquirir. Vivemos na sociedade do ter e não do ser.

Porém, na resolução de conflitos não há outra saída do que uma forte negociação, onde teremos que abrir mão de algumas coisas. O cenário da administração dos conflitos é constantemente ceder e somar, dividir e somar. A proposta final da negociação é acordo e compromisso.

Exemplo eterno
O exemplo mais famoso para ele é o rei Salomão, considerado o homem mais sábio da bíblia.

Passos calculados
Veja os principais pontos indicados pelos especialistas para uma eficiente administração de conflitos.

Mude o foco - É necessária uma faxina e a organização de pensamentos. Atenção: isto também atende pelo nome de discernimento. Procure raciocinar de forma a isolar o problema, através do pensamento lateral. Como? Pensamento lateral é aquele em que o raciocínio não está diretamente ligado ao problema e, justamente por isso, resolve-o de forma diferenciada, criativa, inovadora. O pensamento criativo é uma parte do pensamento lateral, pois é vasto, ele está aberto a todos os interesses. O pensamento tradicional (chamado de vertical) é o oposto do lateral. Está preocupado apenas com o fato, resolve pela lógica.

Entenda o problema - Saiba escutar e colha o máximo de informações possíveis sobre a situação e os objetivos concretos. Se você não entender o ponto de vista de outra pessoa, você nunca será capaz de resolver a diferença. Até mesmo na guerra, todos os grandes generais estudam a fundo seus adversários, a fim de entender o que eles querem e como eles pensam.
Aceite a diversidade - Tenha boa vontade com a forma de sentir, pensar, e agir das outras pessoas. Cada um vê as coisas com os olhos que tem, como diz o ditado popular. Sentimos, pensamos e agimos de acordo com o nosso modelo mental e que é único, particular. Além desta questão, cada ser humano tem a sua inteligência predominante. Alguns possuem inteligência lógica, outros lingüística, interpessoal, intrapessoal. Ou seja, o funcionamento cerebral é também particular, permitindo que as pessoas percebam o mesmo estímulo de forma diferente. Para saber lidar com a diversidade é preciso reconhecer estas diferenças. E mais: vá além. Use a diversidade para enriquecer a administração do conflito.

Evite ataques pessoais - A maneira de fazer isto é separar o comportamento de uma pessoa de sua identidade. Você pode fazer comentários, e tentar mudar o comportamento do outro, mas, ao mesmo tempo, respeitá-lo como pessoa. Pessoas que são boas nisso fazem distinção em sua linguagem. Falam para o outro sobre seu comportamento, e como isso é um problema. Elas então pedem sua opinião sobre o que deve ser feito. Dessa maneira, a pessoa não se sente agredida, e também se sente parte do processo de encontrar uma solução.

Ouça com qualidade - Existem três motivos básicos que levam ao conflito. O primeiro é quando você tem alguma coisa que o outro quer e não vê maneira de compartilhar, ou vice-versa. O segundo é quando ambos estão trabalhando juntos, mas por motivos diferentes, sendo assim, de maneiras diferentes. O terceiro é quando o outro pensa que, se você atingir o seu objetivo, fará com que seja muito difícil ou impossível ele conseguir o que quer. Difícil enxergar as coisas assim? Tente, mas saiba que você só poderá enxergar o conflito com este nível de discernimento se souber ouvir incondicionalmente.

Valorize o outro - Nada é mais eficaz em uma solução construtiva de um conflito do que a valorização do outro. Interagir e viver em harmonia, compreendendo melhor os pontos negativos e positivos em si e nos demais. A administração do conflito tem base no fortalecimento de vínculos de confiança através do uso do diálogo. Mas, atenção, não basta a conversa ou o estilo terapia de grupo.

Conflitos são positivos na medida em que denunciam dificuldades, favorecem o entendimento entre as pessoas, melhorando a qualidade da comunicação entre elas, gerando confiança, favorecendo o comprometimento, promovendo a cooperação mútua. Isso gera mudanças e evolução.

Como conviver com pessoas insuportáveis no trabalho?

terça, 13 de julho de 2010, às 19h28

Não importa qual o ramo de atividade que exercemos, mais cedo ou mais tarde temos que conviver com pessoas com um temperamento difícil. O que fazer? Na entrevista com Bruna Gasgon, consultora em comunicação e recursos humanos, que criou apelidos para os tipinhos insólitos que aparecem nos escritórios e ensinar de uma maneira divertida como neutralizar as más influências, entrevista realizada por Marcela Tavares:

Os insuportáveis podem ser de dois tipos. O primeiro deles é a pessoa é insuportável e pode até precisar de terapia porque não sabe que é assim. No segundo, a pessoa está insuportável porque teve uma semana ruim, está se sentindo mal. “Pelo menos um dia na vida a gente é insuportável”.

“A primeira providência é perceber que você também é uma pessoa insuportável. Eu mesma sou a insuportável número um!”. Ela frisa que todo o exercício de lidar com pessoas com quem você não se dá bem tem como primeiro momento o autoconhecimento. “Pode ter certeza, em algum momento de sua vida você foi (ou é) insuportável para alguém. Então você tem que refletir sobre as suas atitudes para que o clima na empresa não piore”.

Num segundo momento, tente entender a chatice de seu colega descobrindo o que o leva a agir assim. “Se você sabe que alguém dormiu mal, está com uma mãe doente e essa pessoa te dá uma patada, você acaba relevando. É claro que isso não pode acontecer sempre, mas se você está ciente de que a irritação não é com você, a sua dor de cabeça ou sua raiva evaporam”.

Finalmente, tente sinalizar que esse tipo de atitude incomoda e muito. “Quando você percebe que está sendo chato e por isso as pessoas se afastam de você, não há quem não tente melhorar.

Conheça os principais tipinhos difíceis e aprenda a lidar com eles:

Brucutu
É aquele que sente prazer especial em humilhar as pessoas, principalmente os menos favorecidos. Ele grita, dá respostas grosseiras e parece que nem percebe o quanto magoa os que estão ao seu redor. Geralmente, ou você engole, ou vira brucutu também. Nenhuma das duas alternativas é interessante.

Por que ele é assim?
Um brucutu pode ter acordado com o pé esquerdo, estar de TPM, “a Tendência Para Matar”, Geralmente tratam mal os colegas porque acham que têm poder suficiente para escapar de protestos e criticas.

O que fazer

Quando alguém estiver explodindo com você, deixe que a pessoa fale tudo o que quer. “Espere acabar a corda”. Fique parado na mesma posição. “É estranho, mas em todas as pesquisas realizadas, quando alguém se move numa situação dessas, a pessoa que está explodindo fica ainda mais brava”. Finalmente, depois que o brucutu se calar, diga em um tom de voz calmo e baixo que você é um profissional, é uma pessoa sujeita a erros, mas que merece ser respeitado e que gostaria muito que isso não acontecesse mais e ainda que conta com a ajuda dele pra ser um funcionário melhor. “Pode acreditar, o brucutu se desmonta na hora porque ele percebe que reagiu de forma errada”.

Sabe-tudo
Sabe aquele chato que sempre te corta no meio de uma reunião porque ele tem certeza de que sabe muito mais sobre o assunto? Também é aquele que fica o tempo todo contando vantagem, falando das experiências sensacionais que teve, do melhores amigos da cidade que só ele conhece, das coisas que comprou.

Por que ele é assim?
Pessoas que tentam mostrar o tempo todo o como são melhores têm um profundo complexo de inferioridade,de menos valia, são muito inseguras.

O que fazer?
Vire o melhor ouvinte do mundo. Não tente dizer que o seu é melhor ou que você não acha a nova camisa dele tão fantástica assim. Quanto mais você der corda, mais ele vai querer se exibir.

Kid Tocaia
O mais nocivo de todos. É aquele colega que faz de tudo para que você fique mal diante dos olhos do seu chefe e que comemora secretamente cada falha que ele vê em você. Fofoqueiro, costuma dar umas alfinetadas em você no meio de uma rodinha e depois solta um “eu tava brincando, amigo!”.

Por que ele é assim?
O Kid Tocaia quer alguma coisa que você tem. Pode ser seu cargo, seu cabelo, seu prestígio.. São patologicamente invejosos.

O que fazer?
É preciso estar atento para que as mentiras espalhadas pelo Kid Tocaia não acabem com a sua imagem na empresa. “O mais complicado é segurar a vontade de sair no braço com o invejoso, mas não adianta revidar. Tenha domínio próprio e não se iguale a ele.Não adianta ficar remoendo o ódio, afinal de contas você não é culpado pela inveja do Kid. Não adianta ficar acumulando a raiva porque isso faz mal à saúde e atrapalha ainda mais o seu trabalho. Ore por ele!

Frente fria
Uma nuvem preta paira apenas sobre a cabeça dele. Tudo está ruim e a pessoa se sente tão mal com tudo e todos que contamina a todos com seu pessimismo em demasia.

Por que ele é assim?
Os frente fria são pessoas muito melancólicas, que optaram por olhar sempre para o lado negativo das coisas. Sabe aquela história de ver que o copo está meio vazio?

O que fazer
Não tente argumentar ou brincar de “Jogo do Contente”. Eles vão inverter tudo que você disser e achar ainda mais “provas” de que o mundo vai acabar antes das seis da tarde. Principalmente, NUNCA mude seus planos por causa de uma opinião do frente fria. Use a audição seletiva.

Disque problema
Primo do frente fria, é viciado em reclamar. Se ocorre mudanças, reclama que não vai saber utilizar novos procedimentos. Se pintam as paredes, reclama que o ambiente ficou muito claro.Se é chamado pra ir ao clube , diz que vai chover.

Por que ele é assim?
Para essas pessoas, reclamar é um vício. É impressionante como eles conseguem estragar a melhor das intenções. È sempre do contra.

O que fazer
Chame a pessoa para conversar e fale francamente o que você acha das atitudes dela. Não tente atacar, a conversa tem que ser bastante amigável. Você pode até começar brincando, dizendo se ela se sente uma pessoa reclamona. “Na hora o Disque Problema pode fugir da conversa, mas com certeza no dia seguinte ele vai falar com você e tentar reclamar menos”,
Existem outros tipinhos que podem minar seu trabalho...mas lembre-se: “O problema não é as pessoas problemas, mas sim como você lida com elas” Responsabilize por mudar a situação e conviva melhor na sua empresa. Transformar seu clima de trabalho também é sua tarefa!

Elegância desobrigada

terça, 06 de julho de 2010, às 18h08

É a elegância do comportamento que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais inesperadas,
Quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada. Vocês já conhecem bastante itens, mas vale a pena lembrá-los.

Hábitos a serem evitados
•Usar pornografia ou palavrões, ainda que estejam supostamente na moda.
•Pespegar tapinhas ou cutuques a quem se dirija a palavra.
•Comentar desfavoravelmente a situação de qualquer pessoa.
•Estender boatos e entretecer conversações negativas.
•Falar aos gritos.
•Rir descontroladamente.
•Aplicar franqueza impiedosa a pretexto de honorificar a verdade.
•Escavar o passado alheio, prejudicando ou ferindo os outros.
•Comparar comunidades e pessoas, espalhando pessimismo e desprestígio.
•Fugir da limpeza.
•Queixar-se, por sistema, a propósito de tudo e de todos.
•Ignorar conveniências e direitos alheios.
•Fixar intencionalmente defeitos e cicatrizes do próximo.
•Irritar-se por bagatelas.
•Indagar de situações e ligações, cujo sentido não possamos penetrar.
•Desrespeitar as pessoas com perguntas desnecessárias.
•Contar piadas suscetíveis de machucar os sentimentos de quem ouve.
•Zombar dos circunstantes ou chicotear os ausentes.
•Analisar os problemas sexuais seja de quem seja.
•Deitar conhecimentos fora de lugar e condição, pelo prazer de exibir cultura e competência.
•Desprestigiar compromissos e horários.
•Viver sem método.
•Agitar-se a todo instante, comprometendo o serviço alheio e dificultando a execução dos deveres próprios.
•Contar vantagens, sob a desculpa de ser melhor que os demais.
•Gastar mais do que se dispõe.
•Aguardar honrarias e privilégios.
•Não querer sofrer.
•Exigir o bem sem trabalho.
•Não saber agüentar injúrias ou críticas.
•Não procurar dominar-se, explodindo nos menores contratempos.
•Desacreditar serviços e instituições.
•Fugir de estudar.
•Deixar sempre para amanhã a obrigação que se pode cumprir hoje.
•Dramatizar doenças e dissabores.
•Discutir sem racionar.
•Desprezar adversários e endeusar amigos.
•Reclamar dos outros, aquilo que nós próprios ainda não conseguimos fazer.
•Pedir apoio sem dar cooperação.
•Condenar os que não possam pensar por nossa cabeça.
•Aceitar deveres e largá-los sem consideração nos ombros alheios.

“Aparentar ter competência é tão importante quanto à própria competência”. (publicitário Chuck Lieppe)

‘COOPETIÇÃO’

terça, 29 de junho de 2010, às 15h04

Sabedores que somos sobre a concorrência do mercado de trabalho que está cada vez mais intensa, no entanto, a busca e conquista do emprego é somente o princípio da competitividade da sua carreira profissional.

Dentro das organizações, essa também é uma prática comum e não se pode definir o ônus desta competição, senão diante do contexto e objetivos a que se propõe alcançar.
Em uma equipe de vendas, por exemplo, estimular a competição é extremamente saudável, aumenta a probabilidade de crescimento nos resultados e premia os vendedores de melhor desempenho.

No entanto, no caso da disputa por uma promoção, por exemplo, a situação pode ser desagradável e criar um clima negativo dentro da organização e entre os colaboradores.
Orlando Pavani Junior, CEO da Gauss Consulting, acredita que com regras bem definidas e de comum acordo, uma disputa pode ser saudável tanto à empresa quanto aos colaboradores. “O que traz sucesso e saúde refere-se preponderantemente ao compartilhamento livre dos critérios adotados para a competição meritocrática (sistema onde o mérito pessoal determina a hierarquia), o que, infelizmente nem sempre acontece. Ou seja, as empresas estabelecem critérios competitivos sem entrar em acordo com todas as partes interessadas”.

É importante que todas as competições, principalmente as que acontecem dentro do ambiente corporativo, sejam passageiras, pois a partir do momento em que se tornam parte da rotina dos profissionais, com certeza poderão trazer consequências negativas. De acordo com Ilíada de Castro, professora da Fundação Vanzolini, os grupos podem competir entre si, no entanto, o trabalho em equipe e a cooperação são fatores fundamentais para o sucesso de qualquer empresa nos dias de hoje.

“Fala-se muito em competitividade. Mas, curiosamente, as empresas vêm aprendendo que o trabalho em grupo, quando adequadamente conduzido, produz um diferencial competitivo”, afirma Ilíada. “Dentro das organizações, trabalha-se o conceito de que as empresas não são uma junção de departamentos, e sim um organismo vivo, uma unidade que precisa funcionar em harmonia para poder competir em boas condições no mercado. Parece contraditório, mas não é: a competição existe e pode ser útil no sistema em que vivemos, mas a cooperação é que irá fazer a diferença”.

Conviver com a competição é algo necessário a todos, uma vez que ela está presente em grande parte das situações, seja na vida pessoal ou profissional. A motivação pode ser trabalhada neste contexto sempre que existir uma disputa saudável entre as pessoas, em busca de um resultado que no final beneficiará a todos, e está cada vez mais abrangente, atingido a todas as áreas e níveis hierárquicos.

“A tendência é que a competição aconteça com todos os níveis”, destaca Orlando. “Cada vez mais os especialistas em gestão estão pensando e desenvolvendo formas de estimular a ‘COOPETIÇÃO’ para todas as funções e cargos da estrutura organizacional, seja por meio de treinamentos, gincanas ou até mesmo jogos”.

Competir sem ultrapassar limites e valores!
O gestor tem um papel decisivo quando se trata de competições dentro da organização. A forma como o líder administra essa questão, pode despertar uma rivalidade ou um clima saudável entre os “concorrentes”. O mais indicado é que, ao final, todos fiquem satisfeitos e que a equipe seja reconhecida, independente do resultado alcançado.

“Quem ocupa o cargo de líder dentro da empresa deve conhecer de que modo poderá obter o melhor das pessoas, estimulando a criatividade e competência individual junto à motivação no trabalho, como meio de trazer desenvolvimento pessoal e profissional a cada funcionário, sem estimular a competição interna, mas a colaboração do grupo”, define a palestrante Eliana Saad.
Criar situações de conflito ou passar por cima de determinados valores para se destacar dentro de uma competição, seja ela qual for, não é a melhor maneira de conquistar algo. Para que tudo ocorra de maneira adequada, é necessário que cada um dispute por meio de seus próprios méritos, e, principalmente, que aceite quando o resultado não for positivo.

“Um profissional deve se destacar pelas competências técnicas e interpessoais”, esclarece Ilíada. “Para se aperfeiçoar constantemente, o profissional precisa estar disposto a aprender - o que exige humildade - e motivar-se - o que exige visão positiva de futuro. A comparação deve ser principalmente consigo mesmo. ‘O que eu melhorei hoje?’, ‘O que planejo melhorar amanhã?’. Assim competimos com nossos desempenhos anteriores, buscando excelência naquilo que nos propomos a fazer”.

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 399ª Edição

A mais temível e a mais constante: MUDANÇAS

terça, 22 de junho de 2010, às 17h05

Falamos tanto sobre mudanças, temos até muito receio dela, não é sempre uma hóspede bem-vinda, porém é uma característica mais constante do ser humano.. Mas apesar dos riscos, não é uma ótima notícia?Você não está preso à sua personalidade atual. Você não está condenado ao mau-humor. Você pode mudar. Você é flexível. Mesmo preocupando-se diariamente, você não necessita preocupar-se até o fim da sua vida. E se você nasceu com uma aparência de quem está sempre irritado, não precisa morrer com ela.

Você pode libertar-se da culpa, dos maus hábitos, dos medos injustificados, da ansiedade, da depressão, da arrogância, do orgulho, enfim, de tudo que você não queira viver mais.
Isto, ainda há tempo! Faça uma lista, agora, de tudo o que você não quer viver. Tudo que queira eliminar na área material, física e emocional. Agora faça uma lista nestas mesmas áreas de tudo que você tem e não quer perder e por fim de tudo que você ainda não tem e quer possuir.

Entendeu? Três listas: “tenho e não quero ter”, “tenho e quero manter” e “não tenho e quero ter”.
Assim você estará traçando as metas das suas melhorias para o ano em curso. Visualizando suas mudanças. Não pode deixar que sua vida permaneça da mesma forma se assim não desejar. Progresso, desenvolvimento, ascensão, evolução, crescimento, precisamos melhorar sempre. E lembrar que o propósito de nossa vida é muito maior que a pura realização pessoal. Precisamos realmente “ir além” e nos perguntar: o que é que nos faz ir adiante? O que nos faz caminhar?

Saber quem é o dono do nosso desejo. As vezes chegamos à conclusão que nossos desejos não são realmente nossos e sim dos nossos pais, do ambiente que nos cerca. Por isso tenho que enfatizar que nada pode te mover sem um sentido verdadeiro. E se você se perguntar, quantas vezes quiser, vai encontrar como resposta que o mais importante é o amor. Isto mesmo, de novo o amor. Viver consiste em amar.

Paulo disse: “Não importa o que eu diga, creia e faça; sem amor, estou arruinado” (1Co. 13)
A maior utilidade que se pode dar à vida é amar, é se importar com quem importa e até com quem não se importa com você. É sensato amar.
O amor aumenta nossa capacidade. Dizem que há lugares de nós mesmos que só passam a existir após o sofrimento ter penetrado; há lugares em que não existem enquanto o amor não tiver entrado.

Descobrimos o que somos no momento em que doamos, é no momento em que realizo o outro, que sou mais eu mesmo.

A vida sem amor, não tem realmente nenhum valor. Uma vez que Deus é amor, o que nos faz correr é então “aprender a amar”, porque assim somos mais parecidos com Ele. Fomos enviados por Deus e para Deus. O melhor momento para amar é agora e enquanto temos oportunidade façamos o bem a todos e comecemos hoje mesmo o sentido da corrida: “aprender a amar”.

"Estou tranquilo"

segunda, 21 de junho de 2010, às 18h00

"Estou tranquilo". Esta tem sido a frase mais utilizada pelo ex-governador Marcelo Miranda (PMDB), que pode estar inelegível por causa da Lei da Ficha Limpa. Segundo o ex-mandatário, em entrevista ao Jornal Stylo, como sempre "está tranquilo"... Disse também desconhecer a possível candidatura de sua esposa, Dulce Miranda, ventilada por peemedebistas. O nome da ex-primeira-dama, dizem alguns modebas, seria o primeiro na lista no lugar de Marcelo, caso ele de fato esteja inelegível.
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